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	<title>Toda Letra</title>
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	<description>Consultoria em língua portuguesa</description>
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		<title>O boca a boca das redes sociais</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 17:47:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Que a Internet aproxima as pessoas, todo mundo já sabe. Mas será que as estratégias de marketing aplicadas hoje pelas empresas para expor a marca nas redes sociais têm surtido efeito positivo? O publicitário brasileiro sabe como aproximar consumidores por afinidade? Para 81% de influenciadores da web questionados sobre o assunto, não. Em pesquisa realizada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que a Internet aproxima as pessoas, todo mundo já sabe. Mas será que as estratégias de marketing aplicadas hoje pelas empresas para expor a marca nas redes sociais têm surtido efeito positivo? O publicitário brasileiro sabe como aproximar consumidores por afinidade? Para 81% de influenciadores da web questionados sobre o assunto, não. Em pesquisa realizada pela Sixpix Content, batizada de YouPix Tank e que está na primeira edição, foi divulgado um estudo sobre as marcas brasileiras e sua participação nas redes sociais com base na opinião de formadores de opinião da web: os influenciadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No estudo, o Facebook foi considerado pelos entrevistados como a melhor plataforma de relacionamento entre as marcas e o público. 41,7% das pessoas ouvidas acreditam que é a ferramenta mais adequada para divulgação de conteúdo da empresa, enquanto 36,1% preferem o Twitter. Sobre as estratégias de marketing no Facebook, especialistas afirmam: o que diferencia o sucesso entre uma marca e outra é a capacidade de chamar atenção sem parecer invasivo. Mas só isso não basta. É preciso investir na criatividade e no planejamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exemplos de sucesso na rede de Mark Zuckerberg são as campanhas da Nextel, da Skol e da Coca-Cola. Com diferentes jogos e formas de entreter o internauta, cada uma com a sua estratégia, as marcas optam por garantir o compartilhamento das marcas pelo usuário entre os próprios amigos. Quem explica como o processo funciona é o diretor geral de criação da Flex Comunicação, André Nogueira: “As marcas fazem com que o fã utilize sua própria rede de contatos para passar aos amigos e fazer com que eles passem para outros amigos. Ao invés de ser invasiva, reforça a mensagem de forma a atrair curiosos, disseminando entre os amigos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O próprio conceito de rede social já pressupõe interação social, compartilhamento de ideias e recomendação de conteúdos. O que as marcas têm feito é se apropriar estrategicamente dessa definição de forma mais incisiva, dizem os publicitários. “Hoje em dia o poder de disseminação na rede social é mais potente do que o de um boca a boca”, compara André.</p>
<p><a href="http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2012/01/31/noticiasjornaleconomia,2776015/o-boca-a-boca-das-redes-sociais.shtml  " target="_blank">Via O povo</a></p>
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		<title>Leia o e-book “Para entender o Monitoramento de Mídias Sociais”</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 17:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>

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		<description><![CDATA[Plínio Medeiros* Todo o profissional de Marketing Digital sabe a importância de cuidar da Marca do cliente na internet. Com a popularização das Mídias Sociais é muito comum ver usuários publicando comentários referentes a estas Marcas em seus perfis e blogs. Tarcízio Silva elaborou juntamente com outros profissionais de Marketing Digital um e-book que explica muito bem a questão do Monitoramento das Mídias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Plínio Medeiros*</em></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter" src="http://htmlimg4.scribdassets.com/kipz3l3281cn39s/images/1-c1c3d2e129.jpg" alt="" width="542" height="710" /><br />
</em></p>
<p>Todo o profissional de Marketing Digital sabe a importância de cuidar da Marca do cliente na internet. Com a popularização das Mídias Sociais é muito comum ver usuários publicando comentários referentes a estas Marcas em seus perfis e blogs. Tarcízio Silva elaborou juntamente com outros profissionais de Marketing Digital um e-book que explica muito bem a questão do Monitoramento das Mídias Sociais. A obra aborda vários pontos importantes sobre o Monitoramento, um material repleto de conteúdo que relata técnicas e ferramentas necessárias para executar este tipo de serviço.<a href="http://pt.scribd.com/pl%C3%ADnio_medeiros/d/78629049-Para-entender-o-Monitoramento-de-Midias-Sociais" target="_blank"> Confira o e-book</a>.</p>
<p><a href="http://www.tecnocratadigital.com.br/leia-o-e-book-para-entender-o-monitoramento-de-midias-sociais/" target="_blank"><em>*Via Tecnocrata Digital</em></a></p>
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		<title>Empresas estrangeiras vão medir venda de livros no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:18:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Patrícia Campos e Raquel Cozer* A Nielsen e a GfK, duas das maiores empresas de pesquisas de mercado do mundo, planejam começar a medir as vendas de livros no Brasil ainda neste ano. Hoje, o mercado brasileiro não é aferido de forma confiável por nenhum instituto do gênero e depende de dados de editoras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 380px"><a href="http://www.todaletra.com.br/wp-content/uploads/2012/01/livros2.jpg"><img class="size-full wp-image-623" title="livros2" src="http://www.todaletra.com.br/wp-content/uploads/2012/01/livros2.jpg" alt="" width="370" height="739" /></a><p class="wp-caption-text">Hoje, o mercado brasileiro não é aferido de forma confiável por nenhum instituto do gênero e depende de dados de editoras e livrarias, que nem sempre informam os números verdadeiros.</p></div>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p><strong><em>Patrícia Campos e Raquel Cozer*</em></strong></p>
<p>A Nielsen e a GfK, duas das maiores empresas de pesquisas de mercado do mundo, planejam começar a medir as vendas de livros no Brasil ainda neste ano.</p>
<p>Hoje, o mercado brasileiro não é aferido de forma confiável por nenhum instituto do gênero e depende de dados de editoras e livrarias, que nem sempre informam os números verdadeiros.</p>
<p>Num momento em que o mercado editorial brasileiro chama a atenção internacionalmente – a exemplo da aquisição de 45% da Companhia das Letras pelo grupo britânico Penguin –, a falta de dados concretos prejudica decisões editoriais e interfere em seu crescimento.</p>
<p>“Hoje, o processo é impreciso e lento. Só sabemos números de vendas pelas livrarias de forma aproximada”, diz Roberto Feith, vice-presidente do Snel (sindicato dos editores) e diretor presidente da editora Objetiva.</p>
<p>“Com a Nielsen, teremos em tempo real a venda por título, o que ajudará a evitar a falta de livros nas lojas e o desperdício de tiragens”, diz.</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>A empresa americana trabalha para trazer ao Brasil o BookScan, sistema que é referência nos Estados Unidos e no qual se baseiam listas de best-sellers conceituadas como a do <em>New York Times</em>.</p>
<p>Há três anos, segundo Feith, o Snel pediu à Nielsen um serviço similar ao prestado a editoras e livrarias espanholas. Na época, a empresa informou que não poderia oferecer o serviço aqui.</p>
<p>No fim do ano passado, a empresa americana procurou o sindicato com um esboço de projeto, que deve ser apresentado com detalhes até o final deste mês.</p>
<p>“Já temos o interesse das editoras. Agora analisamos os custos internos. O projeto deve ir para a frente neste ano”, disse à <em>Folha</em> uma fonte da Nielsen. A empresa ainda não contatou livrarias –justo o braço do mercado que pode fornecer os principais dados para as análises.</p>
<p>Já a alemã GfK, presente em mais de cem países, afirma estar em “fase bastante avançada” nesse ponto. “Já temos parceria com vários varejistas. Em 2012, começaremos a aferir o mercado de livros no Brasil”, disse à <em>Folha</em> José Guedes, presidente da GfK no Brasil.</p>
<p>Uma das lojas parceiras é a Livraria Cultura, que já trabalha com a GfK nas áreas de games e música. A Nielsen também já atua em outros segmentos no país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>***</p>
<p><strong>Análise financeira do setor não é clara</strong></p>
<p>Reproduzido da <em>Folha de S. Paulo</em> [14/01/2012]</p>
<p>Um dos fatores que dificultam a aferição de números do mercado editorial brasileiro é o regime de consignação com o qual a maior parte das livrarias do país trabalha.</p>
<p>As lojas recebem livros das editoras sem pagar por eles. Só pagam pelas cópias que forem comercializadas ao cliente; a sobra volta, meses depois, para a editora.</p>
<p>Segundo Fábio Sá Earp, economista da UFRJ que há anos acompanha a evolução do mercado editorial, muitas livrarias demoram a notificar as editoras das vendas, de forma a adiar o pagamento e manter mais capital de giro.</p>
<p>O resultado é que, com frequência, a própria editora não sabe o quanto vendeu.</p>
<p>Como não há no Brasil uma aferição de vendas no ato da compra, como a que a Nielsen e a GfK planejam trazer, são as editoras, nem sempre bem informadas, que fornecem dados da pesquisa anual do setor.</p>
<p>Divulgada sempre no meio do ano, a Pesquisa de Produção e Vendas do Setor Editorial, elaborada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), também depende da boa vontade dos pesquisados.</p>
<p>A Fipe envia questionários eletrônicos às editoras, que fornecem as informações. É difícil garantir a exatidão dos dados. Nenhuma editora tem capital aberto no país, ou seja, elas não têm obrigação de divulgar esses números.</p>
<p>E grande parte delas não responde aos questionários. De 498 editoras do país que atendem aos critérios da Unesco (edição de pelo menos cinco títulos por ano e produção de ao menos 5.000 cópias), só 141 responderam o questionário de 2010.</p>
<p>Os números que saem daí são, portanto, imprecisos, apesar dos cuidados da Fipe.</p>
<p>Segundo a estimativa, as editoras faturaram R$ 4,505 bilhões em 2010, um crescimento de 2,63% em relação a 2009. No total, foram publicados 55 mil títulos novos ou reeditados – uma média de 150 títulos por dia.</p>
<p>“O levantamento da Fipe tem uma restrição fundamental: as editoras têm medo de que os concorrentes tenham acesso aos dados que passam, e acabam omitindo muita coisa”, diz Sá Earp. “Ainda não temos uma análise financeira clara do setor.”</p>
<p>Nos EUA, era a mesma coisa até a Nielsen lançar o BookScan, em 2001. Antes, a lista de best-sellers do<em>New York Times</em>, por exemplo, era feita sem os números totais de vendas de cada título. O jornal fazia uma pesquisa por amostragem, em centenas de livrarias, e publicava o ranking sem números totais – tal como é hoje no Brasil.</p>
<p>Hoje, a Nielsen consegue aferir nos EUA números correspondentes a 75% das vendas em livrarias. As listas publicadas no Brasil, como a do site especializado Publishnews, incluem dados de lojas cujas vendas correspondem a 35% da comercialização em livrarias no país.</p>
<p><em>*Reportagem publicada na Folha de S. Paulo e reproduzida no <a href="http://observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed677_empresas_estrangeiras_vao_medir_venda_de_livros_no_brasil" target="_blank">Observatório da Imprensa</a>.</em></p>
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		<title>Use as redes sociais a seu favor e se dê bem na carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 13:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Bárbara Stefanelli* Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho. Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://m.i.uol.com.br/estilo/2012/01/09/nao-queime-o-seu-filme-na-web-e-use-as-redes-sociais-para-alavancar-a-sua-carreira-1326103733136_615x300.jpg" alt="" width="615" height="300" /></p>
<p><strong><em>Bárbara Stefanelli*</em></strong></p>
<p>Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho. Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.</p>
<p>Inevitavelmente, entre tantos amigos dessas e outras redes, muitos são colegas de trabalho e, se você não quiser queimar o seu filme na web e nem no seu emprego, o cuidado com os posts deve ser constante &#8211;ainda mais se você trabalhar em áreas que envolvam o uso frequente da internet.</p>
<p><strong>Relevância das redes</strong><br />
Apesar da crescente importância das redes sociais para o profissional, as páginas não fazem milagres e boa apresentação e currículo continuam sendo indispensáveis. Portanto, não é necessário se preocupar  demasiadamente com o seu desempenho nas redes; aja naturalmente e saiba o que está acontecendo nas páginas pessoais do momento. Segundo Carolina Stilhano, gerente de Comunicação da Catho Online, o rendimento nas entrevistas é a característica mais relevante na hora de conseguir um emprego.</p>
<p>A representante do site de empregos brasileiro também afirma que “as redes sociais na carreira ainda não são tão impactantes no Brasil” e, de acordo com a pesquisa &#8220;A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2011&#8243; &#8211;realizada pela empresa no ano passado, em território nacional&#8211;, as redes sociais apresentam apenas 0,2% de relevância na hora de conquistar um emprego.</p>
<p>Ainda de acordo com os dados do relatório, a cada 100 profissionais desempregados, cerca de 28 procuram empregos em redes sociais. Na hora de divulgar as vagas, essas páginas da web têm apenas 3% de importância, sendo a indicação de pessoas de dentro da empresa o método mais comum na hora de comunicar a existência de um novo posto, com 47,6%.</p>
<p>Apesar dos números desanimadores, a headhunter Joyce Cerigner, da JC Consultores, destaca a importância da atuação dos profissionais na web. &#8220;Realmente, ficamos de olho ou colocamos algum anúncio específico para cada função nessas páginas&#8221;, afirma a consultora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Texto editado do UOL. Para acessar a versão completa, acesse <a href="http://estilo.uol.com.br/comportamento/ultimas-noticias/2012/01/16/use-as-redes-sociais-a-seu-favor-e-se-de-bem-na-carreira.htm" target="_blank">aqui.</a></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>2012 é o último ano antes da Nova Ortografia</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 17:48:58 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Nova ortografia]]></category>
		<category><![CDATA[novo acordo ortográfico]]></category>

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		<description><![CDATA[Ortografia atual vale até o dia 31 de dezembro deste ano; a partir de 2013, países que falam português escreverão da mesma forma Marielly Campos* Esse ano, de 2012, é o último para a população brasileira e dos demais países que falam a Língua Portuguesa se adaptarem às novas regras ortográficas. Aprovado por decreto no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ortografia atual vale até o dia 31 de dezembro deste ano; a partir de 2013, países que falam português escreverão da mesma forma</em></p>
<p><em>Marielly Campos*</em></p>
<p>Esse ano, de 2012, é o último para a população brasileira e dos demais países que falam a Língua Portuguesa se adaptarem às novas regras ortográficas. Aprovado por decreto no Brasil em 18 de abril de 1995, o acordo ortográfico tem o objetivo de unificar a linguagem escrita de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As regras entraram em vigor no Brasil em 1º de janeiro de 2009, mas serão consideradas lei a partir de 1º de janeiro de 2013. Para o educador José Everaldo Nogueira Júnior, responsável pela Everconsultoria e professor da PUC (Pontifícia Unidade Católica) de São Paulo, “é importante lembrar que a mudança é somente ortográfica, não muda nada no jeito de falar e não existe a preocupação de unificar a pronúncia desses países, apenas a escrita”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda segundo Nogueira Jr., Portugal sofrerá mais com as mudanças do que o Brasil. “No Brasil, a mudança não chega a mais que 0,5%. Já Portugal terá alteração em mais de 1,5% das palavras, o triplo”, diz o professor. “A questão do ‘c’ em palavras como fato, que era facto, pode complicar para eles”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dúvidas </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isso acontece, ainda de acordo com o educador, porque o Brasil sozinho tem população maior do que os outros sete países, por isso, nossa forma de escrever será a menos afetada. Apesar disso, Nogueira Jr. aponta que “existe preocupação muito grande em relação ao uso do hífen, eu concordo, mas se você pegar qualquer página de livro e contar o número de palavras com hífen, é irrisório”, conta. Além disso, a perda do trema e dos acentos diferenciais no caso de palavras iguais – como pára e para – também pode ser um problema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entretanto, para acabar com essas dúvidas “basta consultar o Volp (Vocabulário da Língua Portuguesa)”, complementa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Nogueira Jr., a unificação da ortografia na Língua Portuguesa é muito positiva, tanto no ponto de vista político quanto econômico. Segundo ele, atualmente existe muita troca de documentos de literatura, de registro escrito, além de documentos de acordos internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Identidade </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Antes da mudança, eram redigidos dois acordos, com a mudança na lei, será apenas um. Do ponto de vista econômico, um mesmo livro pode ser vendido nos outros países, sem a necessidade de revisão e uma nova edição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Além disso, o processo é muito mais do que uma mudança no registro escrito. É uma questão de identidade nacional. A Língua Portuguesa era a única no mundo todo escrita de duas formas. Acho a mudança ótima”, ressalta o professor.</p>
<p><a href="http://www.band.com.br/noticias/educacao/noticia/?id=100000477999" target="_blank"></a><em><strong><a href="http://www.band.com.br/noticias/educacao/noticia/?id=100000477999" target="_blank">*Via Band</a></strong></em></p>
<p><em><br />
</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nova ortografia entra nas escolas em 2012</title>
		<link>http://www.todaletra.com.br/2012/01/nova-ortografia-entra-nas-escolas-em-2012/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 16:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Acordo ortográfico passa a ser obrigatório para estudantes do ensinos fundamental e médio no Brasil REINALDO CHAVES/AGÊNCIA BOM DIA* A partir deste ano, a nova ortografia passa a ser obrigatória para o ensino fundamental e médio no Brasil. Segundo o governo estadual, no 1 dia útil de fevereiro, quando se iniciam as aulas em toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Acordo ortográfico passa a ser obrigatório para estudantes do ensinos fundamental e médio no Brasil</em></p>
<p><strong>REINALDO CHAVES/AGÊNCIA BOM DIA*</strong><br />
<a href="mailto:" target="_blank"></a></p>
<div>
<p>A partir deste ano, a nova ortografia passa a ser obrigatória para o ensino fundamental e médio no Brasil. Segundo o governo estadual, no 1 dia útil de fevereiro, quando se iniciam as aulas em toda a rede estadual de ensino, os alunos já passarão a utilizar a nova norma.</p>
<p>Na opinião da professora de filologia e língua portuguesa da USP (Universidade de São Paulo) Iris Gardino, os alunos do ensino fundamental terão mais facilidade de aprender a nova ortografia por estarem na fase inicial de aprendizagem da língua, mas os do ensino médio terão dificuldades. “Esses alunos podem ter dois comportamentos distintos: falta de vontade de aceitar a nova ortografia porque não veem necessidade de se alterar a grafia dos vocábulos, ou uma aceitação rápida por causa da exigência dos vestibulares”, comenta.</p>
<p>A sugestão dela para um melhor aprendizado nas escolas é que os professores façam uma leitura compreensiva do acordo publicado e de sua extensão e que o material didático tenha  exercícios e jogos com a nova ortografia.</p>
<p>A Secretaria Estadual da Educação informou que, desde 2010, realiza adequações no material didático.</p>
<p><strong>Política<br />
</strong>A principal alegação dos governos para a criação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa foi política. O tratado internacional firmado em 1990 pretendia padronizar a língua portuguesa usada nos países lusófonos.</p>
<p>No Brasil, desde 2009 – quando a ortografia começou a valer –, várias entidades protestaram. Escritores na Festa Literária Internacional de Paraty queixaram-se várias vezes da falta de uma ampla consulta que referendasse o acordo. Editores reclamam da falta de clareza e objetividade nos critérios de avaliação do MEC (Ministério da Educação) para aquisição de livros didáticos.</p>
<p>Mesmo assim, a nova ortografia veio para ficar. O período de transição ocorreu entre 2010 e 2011, tempo em que a norma antiga e a nova foram aceitas. A partir de 2012, somente a nova ortografia estará valendo.</p>
<p>Acadêmicos como Domício Proença Filho, professor e pesquisador em língua portuguesa e literatura brasileira e membro da Academia Brasileira de Letras, defendem que a língua é um fator excepcional de unidade e fortalecer este elo facilita o convívio das nações.</p>
<p>A professora Iris Gardino acredita que o novo acordo não demorará tanto para ser assimilado pela população jovem, mas teme pelo resto e faz críticas. “Levará mais tempo, sim, para ser aceito pela população mais velha, que apresenta uma crítica não sem razão sobre a desnecessidade dele neste momento, quando há fatos políticos, econômicos, sociais e educacionais mais significativos”, diz.</p>
</div>
<p><a href="http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/9303/Nova+ortografia+entra+nas+escolas+em+2012" target="_blank"><em>Via Rede Bom Dia</em></a></p>
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		<title>Conhecer novas regras de ortografia é diferencial ao concorrer a uma vaga</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 16:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Língua Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[estágio]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[novo acordo ortográfico]]></category>
		<category><![CDATA[regras de ortografia]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO - Um levantamento realizado pelo Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) revelou que 47,19% dos estagiários já estudaram as novas regras do acordo ortográfico da Língua Portuguesa. Outros 34,50% disseram que conhecem as novas regras, mas não sabem aplicá-las no dia a dia. Já 18,30% declararam que não têm conhecimento sobre as novas regras e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>SÃO PAULO -</strong> Um levantamento realizado pelo Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) revelou que 47,19% dos estagiários já estudaram as novas regras do acordo ortográfico da Língua Portuguesa.</p>
<p>Outros 34,50% disseram que conhecem as novas regras, mas não sabem aplicá-las no dia a dia. Já 18,30% declararam que não têm conhecimento sobre as novas regras e que ainda vão estudá-las.</p>
<p>Mas, afinal, por que é tão importante que os estudantes tenham conhecimento sobre as mudanças na Língua Portuguesa?</p>
<p>Segundo a coordenadora de Treinamentos Internos do Nube, Eva Samanta Buscoff, saber as novas regras é um diferencial durante o processo seletivo. “Durante o processo, as empresas aplicam testes que abrangem a gramática. Os empregadores querem pessoas que saibam falar bem e escrever, afinal, o profissional é o cartão de vista da empresa”, explica.</p>
<p>Ela complementa que não adianta o estudante ter conhecimento em outros idiomas, como inglês e espanhol, se, quando for se comunicar em português, ele comete erros simples, mas que demonstram despreparo. “Os erros aparecem em um e-mail ou ao entregar um documento”.</p>
<p><strong>Currículo<br />
</strong>A especialista acrescenta ainda que as empresas começam analisar os candidatos ainda pelo currículo, por isso, os estudantes devem ficar atentos também ao português. “As regras entrarão [oficialmente] em vigor no próximo ano, por isso, é importante atualizar o currículo ainda no final do ano”, diz Eva.</p>
<p>Questionada se os empregadores ficam mais atentos em relação ao português em determinadas áreas, a coordenadora explica que a preocupação é geral e não existe uma área específica com a qual a empresa se preocupa mais.</p>
<p>Segundo ela, todos os profissionais da empresa devem saber se comunicar corretamente, o que inclui as novas regras ortográficas. “A comunicação é um desafio, por isso, é importante se aprimorar sempre”, finaliza.</p>
<p><a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2291765-conhecer+novas+regras+ortografia+diferencial+concorrer+uma+vaga" target="_blank"></a><em><strong><a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2291765-conhecer+novas+regras+ortografia+diferencial+concorrer+uma+vaga" target="_blank">*Via InfoMoney</a></strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>72% das empresas têm acesso restrito às redes sociais</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 17:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[A pesquisa “Riscos Globais de Segurança em TI”, realizada pela Kaspersky Lab, desenvolvedora de soluções de administração de conteúdo seguro e contra ameaças na internet, em parceria com a B2B Internacional, apurou as atividades que frequentemente são restringidas nas empresas. As redes sociais são vistas como uma das maiores ameaças de segurança juntamente com diversas formas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa “Riscos Globais de Segurança em TI”, realizada pela Kaspersky Lab, desenvolvedora de soluções de administração de conteúdo seguro e contra ameaças na internet, em parceria com a B2B Internacional, apurou as atividades que frequentemente são restringidas nas empresas. <strong>As redes sociais são vistas como uma das maiores ameaças de segurança juntamente com diversas formas de compartilhamento de arquivos.</strong></p>
<p><strong>O acesso às redes sociais é completamente bloqueado em 53% das empresas entrevistadas, enquanto outros 19% restringem esta atividade de alguma forma.</strong> No geral, os dados colocaram as redes como a segunda atividade mais proibida, perdendo apenas para os programas de compartilhamento de arquivos (P2P). As outras atividades que aparecem na lista incluem jogos on-line, acesso a determinados sites, streaming de vídeo e serviços de mensagens instantâneas.</p>
<p>Quando perguntado sobre as atividades mais perigosas exercidas pelos empregados, redes sociais foram citadas por 35% das empresas. “As empresas estão preocupadas não apenas com a produtividade, mas com a segurança, e isso define o escopo de atividades restritas dos funcionários”, afirma Costin Raiu, diretor de pesquisa global da Kaspersky Lab. “As redes sociais são vistas como uma atividade demorada, mas também como uma fonte potencial de ataques de malware e uma ameaça aos dados confidenciais”.</p>
<p>Devido a popularidade e as vulnerabilidade emergentes deste recurso online, as redes tornaram-se um dos principais canais de distribuição de malware. A vulnerabilidade mais notável no Twitter, por exemplo, leva a infecção por malware quando os usuários simplesmente veem uma mesagem infectada. De acordo com especialistas da empresa, as redes sociais são alvos de numerosos ataques, por isso a preocupação manifestada pelas empresas é justificada.</p>
<p><a href="http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6047:72-das-empresas-tem-acesso-restrito-as-redes-sociais&amp;catid=9:pesquisas&amp;Itemid=359" target="_blank"> <strong><em>Via Meta Análise</em></strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Profissionais de marketing devem ter cautela com as mídias sociais</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 21:05:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa diz que o gerenciamento das comunicações com o cliente é a prioridade. Marcas seduzidas pelas mídias sociais correm o risco de alienar seus clientes, de acordo com o relatório da Pitney Bowes chamado &#8216;The Customer Dance: When to Lead and When to Follow&#8217;. “Ao investir tempo e dinheiro na interação com as mídias sociais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><em><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">Pesquisa diz que o gerenciamento das comunicações com o cliente é a prioridade.</span></em></h2>
<div>
<p>Marcas seduzidas pelas mídias sociais correm o risco de alienar seus clientes, de acordo com o relatório da Pitney Bowes chamado &#8216;The Customer Dance: When to Lead and When to Follow&#8217;.</p>
<p>“Ao investir tempo e dinheiro na interação com as mídias sociais, os profissionais de marketing podem pular etapas básicas das preferências do consumidor sobre a comunicação entre empresa e cliente”, diz Ronaldo Oliveira, diretor da Pitney Bowes Business Insight, subsidiária da Pitney Bowes, especializada em gerenciamento da comunicação entre empresa e cliente.</p>
<p>A pesquisa desenvolvida entrevistou mais de seis mil consumidores, nos EUA e Europa, sobre quais atividades inspiram compras repetidas e fidelidade à marca. Quando perguntados sobre as mídias sociais, apenas 18% dos consumidores disseram que ações na mídia social inspiram compras repetidas ou fidelidade à marca para pequenas empresas, e 25% dos consumidores disseram que o método é eficaz para as maiores marcas. Além disso, na lista &#8220;menos eficaz&#8221; do ponto de vista dos consumidores estão as páginas da web personalizadas, em 14% para pequenas empresas e 20% para grandes; e comunidades online de cliente em 24% para empresas de pequenas porte e 29% para grandes marcas.</p>
<p>Os resultados revelam que os consumidores estão mais propensos a permanecer fiel e adquirir novamente de empresas que oferecem serviços e iniciativas concretas aos clientes e gerenciam a comunicação em vez de interações com mídias sociais, tais como:</p>
<p>- Fornecer uma maneira fácil e eficiente de entrar em contato com a empresa (53%);</p>
<p>- Fornecer entrega em domicílio (52%);</p>
<p>- Dar aos consumidores a oportunidade de participar com sua opinião no desenvolvimento de produtos e serviços (46%);</p>
<p>- Disponibilizar controles para que os consumidores possam selecionar os canais preferidos e a frequência das comunicações (46%).</p>
<p>Os resultados realçam a importância de se estabelecer fundamentos para aprofundar o envolvimento do cliente antes de passar para um relacionamento social. Marcas que utilizam mídias sociais sem escutar e abordar o cliente de maneira apropriada podem perder a sintonia com seu consumidor.</p>
<p><a href="http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6027%3Aprofissionais-de-marketing-devem-ter-cautela-com-as-midias-sociais&amp;catid=9%3Apesquisas&amp;Itemid=359#.TuJYqWBLvvk.facebook" target="_blank"><em><strong>Via Meta Análise</strong></em></a></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Renovação Empresarial e os líderes dos novos tempos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 17:23:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[novos líderes]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas não crescem para sempre. A velocidade das mudanças no mundo moderno introduziram a incerteza como fator preponderante na sociedade em que vivemos. Esta incerteza reduz o tempo de reação, e o sucesso depende cada vez mais da adaptabilidade a estas mudanças. &#160; Estamos testemunhado, nos últimos anos, o uso indiscriminado do PDCA (Plan-Do-Check-Act) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size: 13px; font-weight: normal;">As empresas não crescem para sempre. A velocidade das mudanças no mundo moderno introduziram a incerteza como fator preponderante na sociedade em que vivemos. Esta incerteza reduz o tempo de reação, e o sucesso depende cada vez mais da adaptabilidade a estas mudanças.</span></h1>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos testemunhado, nos últimos anos, o uso indiscriminado do PDCA (Plan-Do-Check-Act) como instrumento de transformação empresarial. Obviamente, o PDCA é adequado para o alcance de melhorias nos processos internos, inovação incremental em produtos e redução de custos, mas não consegue capturar o que acontece fora do modelo científico, ou seja o comportamento dos mercados, de consumidores e de colaboradores.<br />
O PDCA está baseado em um método científico, foi desenvolvido por Walter Shewhart baseado no trabalho Novum Organum (1620) de Sir Francis Bacon, e aprimorado por William Edwards Deming, que foi amplamente reconhecido pela melhoria de processos produtivos durante a 2ª Guerra Mundial, sendo, porém mais conhecido pelo seu trabalho no Japão. A partir de 1950 Deming ensinou altos executivos japoneses como melhorar projeto, qualidade de produto, teste e vendas através de vários métodos, incluindo a análise de variantes e teste de hipóteses. Tornou-se notório pela fabricação de produtos inovadores e de alta qualidade.</p>
<p>A possibilidade de adaptação das empresas não pode estar baseada em processos estatísticos como sugere o PDCA. Líderes precisam estar prontos para tomar decisões e agir de forma rápida e eficiente a fim de minimizar quaisquer impactos negativos na &#8220;performance&#8221; e sobrevivência das empresas.</p>
<p>O verdadeiro poder de um líder não está calçado no seu conhecimento dos processos internos, na sua capacidade de inovação incremental e no controle e/ou redução de custos, e sim na sua habilidade de antever mudanças no comportamento dos mercados e agir sobre a cultura da empresa a fim de promover sua transformação, visando adaptá-la às necessidades de um novo tempo.</p>
<p>O líder precisa parar de ouvir o que quer escutar e afastar-se o suficiente do dia a dia da empresa para enxergar o cliente e/ou consumidor em sua vida, em sua cultura. O escopo e a escala das mudanças nos dias atuais tornaram-se inimagináveis e a volatilidade idiossincrática é a assinatura de nossa era econômica. O posicionamento estratégico depende desta leitura e interpretação. A cultura pode ser rápida ou lenta, pode transformar-se em uma vantagem ou desvantagem competitiva.</p>
<p>Quando os membros de uma organização são confrontados com o novo, e a empresa continua operando dentro de regras de comportamento pré-estabelecidas, invariavelmente nada mudará e a empresa perderá competitividade, e consequentemente deixará de existir.</p>
<p>O confronto impulsiona a organização para longe de sua área de conforto e as tensões e instabilidade geram soluções inovadoras. Acreditamos que as principais questões a serem respondidas em qualquer processo de mudança são as seguintes:</p>
<p>a) Quais os valores que são críticos na implementação e uma nova estratégia?</p>
<p>b) Para cada valor, quais são os comportamentos esperados?</p>
<p>c) Para cada comportamento, quais são as alavancas que podem ser usadas para reforçar estas atitudes e comportamentos?</p>
<p>O PDCA morreu? Diríamos que não, mas tornou-se coadjuvante no processo de renovação empresarial. Vão sobreviver, progredir e se destacar aqueles que estiverem mais antenados às mudanças, e que forem capazes de promover transformações de forma criativa e estratégica adaptando-as aos novos tempos.</p>
<p><em><strong><a href="http://www.revistavoto.com.br/site/noticias_detalhe.php?id=2924&amp;t=A_Renovacao_Empresarial_e_os_lideres_dos_novos_tempos" target="_blank">Por Jose Ruy Alvarez Filho, CEO da Teikon Tecnologia Industrial</a></strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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