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Arquivo da Categoria ‘Mídias sociais’

Empresas focam no investimento em redes sociais

Por Toda Letra em 24 de fevereiro de 2012

Uma boa notícia para os profissionais de marketing que ressaltam a importância do investimento em redes sociais nas empresas e acham que estavam pregando no deserto. Uma pesquisa divulgada pela Ancham (Câmara Americana de Comercio Brasil – Estados Unidos), mostra que 65% das organizações afirmam que devem aumentar ações e verbas de marketing destinadas a esse tipo de ferramenta no próximo ano.

Tudo isso por que estão percebendo que é real o crescimento do uso de mídias sociais e a popularização da internet pelo Brasil. Mesmo assim, 47% dos pesquisados disseram que só 5% de seu orçamento de marketing é destinado às rede

s sociais. Do grupo, 3% investem, entretanto, 40% da verba na web.

O Facebook é a rede preferida, com 76% de citações na pesquisa, mas Twitter (56%), Google+ (32%), Foursquare (10%) e Orkut (8%) também foram lembrados. Em todas estas redes, o objetivo principal é relacionamento com o cliente (74%), mas as ferramentas também são utilizadas para reforço de marca (63%); promoção e divulgação de produtos ou serviços (53%); monitoramento de marca (46%); e e-commerce (18%). Na pesquisa, 78% das empresas consultadas possuem perfis oficiais em pelo menos uma rede e 14% ainda pretendem fazer no próximo ano.

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Usuários do Twitter tendem a seguir mais jornalistas do que meios de comunicação

Por Toda Letra em 15 de fevereiro de 2012

Um estudo realizado algum tempo atrás mostrou um dado muito interessante. Neste foi mostrado um pouco o cenário do Twitter e sua principal utilidade, dar voz as pessoas. O estudo publicado pela International Journal of Communication, mostrou que no Egito e Tunísia  as pessoas tinham uma tendência muito maior a seguir jornalistas, blogueiros e ativistas do que qualquer organização de mídia.

É claro que o cenário dos países onde a pesquisa foi realizada são diferentes da grande maioria, mas nem por isso não devemos pensar na aplicação deste mesmo q

uestionamento em outros lugares. O Twitter sempre serviu como uma ferramenta para se conectar com as pessoas, ouvir suas opiniões, ideias e ver o que tinham para compartilhar. Um jornalista “pode” compartilhar conteúdo de qualquer lugar, um meio de comunicação provavelmente vai compartilhar apenas o que lhe pertence (na grande maioria).

Ou seja, a ideia de seguir mais pessoas que tenham conteúdo do que grandes grupos de comunicação parece muito mais natural em relação ao Twitter.

Veja o estudo completo >>

*Via Mediatismo

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O boca a boca das redes sociais

Por Toda Letra em 1 de fevereiro de 2012

Que a Internet aproxima as pessoas, todo mundo já sabe. Mas será que as estratégias de marketing aplicadas hoje pelas empresas para expor a marca nas redes sociais têm surtido efeito positivo? O publicitário brasileiro sabe como aproximar consumidores por afinidade? Para 81% de influenciadores da web questionados sobre o assunto, não. Em pesquisa realizada pela Sixpix Content, batizada de YouPix Tank e que está na primeira edição, foi divulgado um estudo sobre as marcas brasileiras e sua participação nas redes sociais com base na opinião de formadores de opinião da web: os influenciadores.

No estudo, o Facebook foi considerado pelos entrevistados como a melhor plataforma de relacionamento entre as marcas e o público. 41,7% das pessoas ouvidas acreditam que é a ferramenta mais adequada para divulgação de conteúdo da empresa, enquanto 36,1% preferem o Twitter. Sobre as estratégias de marketing no Facebook, especialistas afirmam: o que diferencia o sucesso entre uma marca e outra é a capacidade de chamar atenção sem parecer invasivo. Mas só isso não basta. É preciso investir na criatividade e no planejamento.

Exemplos de suces

so na rede de Mark Zuckerberg são as campanhas da Nextel, da Skol e da Coca-Cola. Com diferentes jogos e formas de entreter o internauta, cada uma com a sua estratégia, as marcas optam por garantir o compartilhamento das marcas pelo usuário entre os próprios amigos. Quem explica como o processo funciona é o diretor geral de criação da Flex Comunicação, André Nogueira: “As marcas fazem com que o fã utilize sua própria rede de contatos para passar aos amigos e fazer com que eles passem para outros amigos. Ao invés de ser invasiva, reforça a mensagem de forma a atrair curiosos, disseminando entre os amigos”.

O próprio conceito de rede social já pressupõe interação social, compartilhamento de ideias e recomendação de conteúdos. O que as marcas têm feito é se apropriar estrategicamente dessa definição de forma mais incisiva, dizem os publicitários. “Hoje em dia o poder de disseminação na rede social é mais potente do que o de um boca a boca”, compara André.

Via O povo

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Use as redes sociais a seu favor e se dê bem na carreira

Por Toda Letra em 17 de janeiro de 2012

Bárbara Stefanelli*

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho. Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.

Inevitavelmente, entre tantos amigos dessas e outras redes, muitos são colegas de trabalho e, se você não quiser queimar o seu filme na web e nem no seu emprego, o cuidado com os posts deve ser constante –ainda mais se você trabalhar em áreas que envolvam o uso frequente da internet.

Relevância das redes
Apesar da crescente importância das redes sociais para o profissional, as páginas não fazem milagres e boa apresentação e currículo continuam sendo indispensáveis. Portanto, não é necessário se preocupar  demasiadamente com o seu desempenho nas redes; aja naturalmente e saiba o que está acontecendo nas páginas pessoais do momento. Segundo Carolina Stilhano, gerente

de Comunicação da Catho Online, o rendimento nas entrevistas é a característica mais relevante na hora de conseguir um emprego.

A representante do site de empregos brasileiro também afirma que “as redes sociais na carreira ainda não são tão impactantes no Brasil” e, de acordo com a pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2011″ –realizada pela empresa no ano passado, em território nacional–, as redes sociais apresentam apenas 0,2% de relevância na hora de conquistar um emprego.

Ainda de acordo com os dados do relatório, a cada 100 profissionais desempregados, cerca de 28 procuram empregos em redes sociais. Na hora de divulgar as vagas, essas páginas da web têm apenas 3% de importância, sendo a indicação de pessoas de dentro da empresa o método mais comum na hora de comunicar a existência de um novo posto, com 47,6%.

Apesar dos números desanimadores, a headhunter Joyce Cerigner, da JC Consultores, destaca a importância da atuação dos profissionais na web. “Realmente, ficamos de olho ou colocamos algum anúncio específico para cada função nessas páginas”, afirma a consultora.

*Texto editado do UOL. Para acessar a versão completa, acesse aqui.

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72% das empresas têm acesso restrito às redes sociais

Por Toda Letra em 13 de dezembro de 2011

A pesquisa “Riscos Globais de Segurança em TI”, realizada pela Kaspersky Lab, desenvolvedora de soluções de administração de conteúdo seguro e contra ameaças na internet, em parceria com a B2B Internacional, apurou as atividades que frequentemente são restringidas nas empresas. As redes sociais são vistas como uma das maiores ameaças de segurança juntamente com diversas formas de compartilhamento de arquivos.

O acesso às redes sociais é completamente bloqueado em 53% das empresas entrevistadas, enquanto outros 19% restringem esta atividade de alguma forma. No geral, os dados colocaram as redes como a segunda atividade mais proibida, perdendo apenas para os programas de compartilhamento de arquivos (P2P). As outras atividades que aparecem na lista incluem jogos on-line, acesso a determinados sites, streaming de vídeo e serviços de mensagens instantâneas.

Quando perguntado sobre as atividades mais perigosas exercidas pelos empregados, redes sociais foram citadas por 35% das empresas. “As empresas estão preoc

upadas não apenas com a produtividade, mas com a segurança, e isso define o escopo de atividades restritas dos funcionários”, afirma Costin Raiu, diretor de pesquisa global da Kaspersky Lab. “As redes sociais são vistas como uma atividade demorada, mas também como uma fonte potencial de ataques de malware e uma ameaça aos dados confidenciais”.

Devido a popularidade e as vulnerabilidade emergentes deste recurso online, as redes tornaram-se um dos principais canais de distribuição de malware. A vulnerabilidade mais notável no Twitter, por exemplo, leva a infecção por malware quando os usuários simplesmente veem uma mesagem infectada. De acordo com especialistas da empresa, as redes sociais são alvos de numerosos ataques, por isso a preocupação manifestada pelas empresas é justificada.

Via Meta Análise

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Profissionais de marketing devem ter cautela com as mídias sociais

Por Toda Letra em 9 de dezembro de 2011

Pesquisa diz que o gerenciamento das comunicações com o cliente é a prioridade.

Marcas seduzidas pelas mídias sociais correm o risco de alienar seus clientes, de acordo com o relatório da Pitney Bowes chamado 'The Customer Dance: When to Lead and When to Follow'.

“Ao investir tempo e dinheiro na interação com as mídias sociais, os profissionais de marketing podem pular etapas básicas das preferências do consumidor sobre a comunicação entre empresa e cliente”, diz Ronaldo Oliveira, diretor da Pitney Bowes Business Insight, subsidiária da Pitney Bowes, especializada em gerenciamento da comunicação entre empresa e cliente.

A pesquisa desenvolvida entrevistou mais de seis mil consumidores, nos EUA e Europa, sobre quais atividades inspiram compras repetidas e fidelidade à marca. Quando perguntados sobre as mídias sociais, apenas 18% dos consumidores disseram que ações na mídia social inspiram compras repetidas ou fidelidade à marca para pequenas empresas, e 25% dos consumidores disseram que o método é eficaz para as maiores marcas. Além disso, na lista “menos eficaz” do ponto de vista dos consumidores estão as páginas da web personalizadas, em 14% para pequenas empresas e 20% para grandes; e comuni

dades online de cliente em 24% para empresas de pequenas porte e 29% para grandes marcas.

Os resultados revelam que os consumidores estão mais propensos a permanecer fiel e adquirir novamente de empresas que oferecem serviços e iniciativas concretas aos clientes e gerenciam a comunicação em vez de interações com mídias sociais, tais como:

- Fornecer uma maneira fácil e eficiente de entrar em contato com a empresa (53%);

- Fornecer entrega em domicílio (52%);

- Dar aos consumidores a oportunidade de participar com sua opinião no desenvolvimento de produtos e serviços (46%);

- Disponibilizar controles para que os consumidores possam selecionar os canais preferidos e a frequência das comunicações (46%).

Os resultados realçam a importância de se estabelecer fundamentos para aprofundar o envolvimento do cliente antes de passar para um relacionamento social. Marcas que utilizam mídias sociais sem escutar e abordar o cliente de maneira apropriada podem perder a sintonia com seu consumidor.

Via Meta Análise

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Marketing digital – A importância nas pequenas empresas

Por Toda Letra em 6 de dezembro de 2011

Paulo Tognatto*

Qual seria o único lugar onde você tem um baixo custo de investimento, exposição de forma integral 24 horas por dia da sua marca e/ou de seus serviços? Aí entra a Internet como o meio mais barato e funcional de desenvolvimento de negócios nos dias atuais.
Não podemos deixar de comentar em como fica fácil a comunicação entre “profissionais e consumidores”, sendo uma vasta rede de informações sobre produtos, serviços e por conseqüência a percepção de qualidade  pela rapidez nas trocas de informações, podendo ser um meio muito útil de formatar idéias, absorver críticas para melhorar e adaptar o produto de acordo com o consumidor e o esperado por eles para melhor funcionamento e satisfação dos clientes.

Torna-se assim muito mais fácil a exposição de pesquisa de mercado, divulgação de produtos, serviços e marcas corporativas. Assim age o Marketing virtual / digital para um crescimento com baixo custo e rápido retorno empresa-consumidor com alto e intenso poder visual/ mídia. Bem as

sim como todo meio de comunicação é preciso saber utilizar de forma a não apenas comunicar, mas também interagir.
Todo o conteúdo que for disponibilizado ao maior número de pessoas que se deseja atingir pela empresa, precisa estar segmentado ao público correto, a fim de que este conteúdo possa ser visualizado e compreendido. É onde entra mais uma vez o profissional de marketing digital que fica responsável em passar o conteúdo da maneira mais certetira para o público certo usando as ferramentas mais adequadas.

Temos exemplos á nossa disposição; blogs, redes sociais, micro blogs que estão cada dia mais conectados e entrelaçados em seus participantes que dispõe de informações dos mais variados segmentos; dados livres simplesmente esperando para ser utilizados de forma profissional, simples e eficaz com poder de interação, análise e com maior segurança para usuários de acordo com uso e conteúdo.

*Via Bullmarketing

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Quem vencerá a guerra entre mídias sociais e mídias tradicionais?

Por Toda Letra em 2 de dezembro de 2011

Olimpio Araujo Junior*

Recentemente assisti uma palestra onde um jornalista, afirmava que toda mídia é social. Em seguida, o segundo palestrante, este um especialista em web, concordava com a afirmação. Respeito a opinião de ambos, e entendo, principalmente por parte do jornalista esta afirmação, afinal, ele é formado em “Comunicação Social”, e teoricamente sua definição está correta.

Porém, na internet existe um outro sentido para o termo “social”, e é isso que distingue as mídias tradicionais das mídias sociais. Social, neste caso, refere-se a possibilidade de qualquer indivíduo criar sua própria mídia, o que não é possível fora da web. Também está relacionado a possibilidade de interatividade entre a mídia e o usuário, que pode comentar, participar das discussões e até mesmo publicar seu próprio conteúdo. Existe um esforço das mídias tradicionais (Rádio, TV, jornais e revistas), para gerar esta interatividade e participação de seus usuários, mas é nesse momento que novamente entra a internet, pois geralmente esta interação é estimulada através de e-mail, twitter e facebook, ou por telefone e mensagens de texto, ou seja, utilizando outras mídias.

Há alguns anos a televisão, está passando por uma transição, mudando sua transmissão para o modelo “digital”. Isso permite uma maior interatividade, porém, ainda assim não a transforma em uma “canadian pharmacy

ting.com/page/curso-midias-sociais-gestao” target=”_blank”>mídia social” no mesmo sentido que temos na web, pois a comunicação continua sendo unilateral e exclusiva da emissora, que determina a linha editorial, o conteúdo veiculado e não permite, e com razão, a publicação de conteúdos de terceiros, apenas uma pequena interatividade com seus telespectadores.

Entre as mídias tradicionais, ou mídias de massa como também são conhecidas, a rádio e a TV se beneficiaram com o crescimento da internet, e continuam sendo as maiores mídias em números absolutos de usuários, ainda ganhando da internet. Porém, já vemos uma convergência acontecendo, além do aparecimento de novos canais de TV on-line assim como novas rádios on-line. O próprio Youtube, há alguns dias anunciou que terá canais temáticos, com apresentadores e programação definida.

Já os jornais impressos e revistas tem passado pela maior crise e por conseqüência, maior transformação de suas histórias. Muitos jornais centenários já fecharam as portas físicas em todo o mundo, e convergiram para a web. O mesmo está acontecendo com revistas, que dia-a-dia diminuem suas tiragens e perdem anunciantes.

Eu acredito que o jornalismo nunca vai acabar, só tende a ficar cada vez mais forte e mais importante para a sociedade, mas os veículos de comunicação mudaram, e é inevitável que com novas gerações cada vez mais conectadas, o papel tenha menos espaço na sociedade da informação e a convergência para a web seja a salvação para os veículos tradicionais de comunicação. O mesmo acontecerá com rádio e TV, que continuarão existindo, mas não mais sendo transmitidos pelos aparelhos que utilizamos durante maior parte de nossas vidas.

*Via Gestor de Marketing

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Conheça a história dos 40 anos das Mídias Sociais

Por Toda Letra em 29 de novembro de 2011

Olimpio Araujo Junior*

Tudo começou com a troca do primeiro e-mail em 1971. As relações sociais através da internet estavam dando o primeiro passo. Em 1987, a FAPESP (Fundações de Pesquisa do Estado de São Paulo) e o LNCC já estavam conectados a instituições nos EUA, com objetivos científicos e acadêmicos. Porém, a World Wide Web, ou simplesmente a Web, como hoje a conhecemos, nasceu apenas em 1990. Nesta primeira fase, apenas cientistas tinham acesso a nova ferramenta de comunicação para trocar dados.

Durante os anos de 1994 e 1995, cerca de 400 instituições de ensino e pesquisa do país se ligaram em rede, incluindo a maioria das universidades e institutos de pesquisa governamentais, e apenas em 95 foi criado no Brasil o Comitê Gestor Internet. Nesta época, quando a Web ainda estava engatinhando em nosso país, nos EUA, muitos empreendedores digitais já desenvolviam portais, lojas virtuais, e plataformas de redes sociais (Ainda usando o e-mail como forma de troca de informações e relacionamento).

Eu trabalho com Web Marketing desde 1999, e uma das minhas primeiras ações na Internet foi criar meu primeiro site pessoal no Yahoo Geocities (O geocities é um sistema de sites passo-a-passo criado pelo Yahoo em 1994), e um “grupo de discussões” no Yahoo Groups, que era a “rede social” da época. No ano 2000, já existia no Brasil o site Grupos.com.br, que foi pioneiro no segmento de listas da discussão

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e comunidades virtuais no país, e onde você já podia criar seu perfil e interagir direto na plataforma com outros participantes.

Em 2003, quando participava de um grupo de estudo do Mestrado em Educação já estudávamos fluxo de informações e as interações dos participantes em redes sociais.

Apenas com o surgimento de redes como o Orkut (Criado em 24 de janeiro de 2004), é que as listas de discussão começaram a ser deixadas de lado. Também em 2004 era criado o Facebook, mais popular na época na América do Norte.

Mas mesmo assim, ainda encontro muitos “pseudo-palestrantes” que afirmam categoricamente que redes sociais existem há cerca de 3 anos, e que não existem especialistas em redes sociais, e outras asneiras parecidas.

Por este motivo, quando encontrei este incrível infográfico abaixo, resolvi compartilhar com os leitores do GestordeMarketing.com. Ele traz algumas passagens dos primeiros 40 anos da social media. De 1971, com o envio do primeiro e-mail entre dois computadores  até os anos atuais com as redes sociais no formato atual já em vigor.


Via Gestor de Marketing

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Mercado de Marketing Digital e Mídias Sociais tem falta de profissionais e altos salários

Por Toda Letra em 25 de novembro de 2011

O mercado de Marketing Digital e Mídias Sociais tem crescido em proporções que o mercado de trabalho não consegue acompanhar. A falta de profissionais capacitados para atuar neste segmento tem atrasado as estratégias de muitas empresas e impedido o crescimento de outras.

O setor de e-Commerce, por exemplo, já comporta aproximadamente 23 mil lojas virtuais no Brasil, e a perspectiva é que até 2014 existam de 45 mil lojas em funcionamento, e que sejam gerados 34 mil empregos diretos e mais 50 mil indiretos no comércio eletrônico nacional no período.

Entre as vagas que deverão ser abertas, podemos citar as áreas de planejamento de web marketing, gestão de mídias sociais e SEO (otimização de sites), entre diversas outras funções relacionadas ao marketing digital.

Segundo a edição 24 da pesquisa WebShoppers, profissionais qualificados que chegam a receber salários acima de R$ 12 mil já somam 8% deste mercado, sendo que 67% dos profissionais do setor recebem mais de R$ 3 mil reais por mês. (veja gráfico abaixo). Isso acontece principalmente pela demanda alta de vagas em contraste com a escassez de profissionais qualificados no mercado e os valores podem variar d

e acordo com a região do país e com a função exercida.

Apesar da alta demanda por profissionais, a garantia de contratação não existe. Muitas empresas acabam ficando com vagas abertas durante muito tempo, pois não encontram profissionais qualificados para asumir os postos. Muitos empreendedores, acabam decidindo desenvolver suas próprias ações de Web Marketing, ou decidem capacitar funcionários de outros setores da empresa para atuarem com marketing digital. Esta tem sido uma alternativa cada vez mais utilizada e indicada por especialistas.

Via Gestor de Marketing

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