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Arquivo da Categoria ‘Marketing’

Toda Letra firma novas parcerias

Por Toda Letra em 16 de agosto de 2012

A Toda Letra cresce cada vez mais e isso é motivo de comemoração! Neste mês, foram fechadas duas novas parcerias. A primeira é com a Universidade Positivo. O nosso diretor de marketing, Fernando Munhoz, ministrou o curso de extensão Marketing de Guerrilha para um público formado por estudantes e profissionais da comunicação e interessados em marketing. “O marketing de guerrilha foge dos grandes investimentos e faz com que pequenas empresas possam disputar o mercado. A lógica básica é pouco investimento, ações inteligentes e de preferência na rua, e que mexam com os sentidos do público-alvo”, explica Munhoz, que na próxima semana ministrará a oficina de Marketing Básico na Semana de Comunicação da Universidade Positivo.

A segunda parceria fechada foi com o Portal Comunifoco, da jornalista Vanessa Dasko. A ideia é aliar comunicação, informação e uso correto da nossa linguagem, assunto que é de interesse dos profissionais de comunicação em empresas e organizações.

“O talento na comunicação vai além de um bom texto. É preciso que os comunicadores saibam aplicar corretamente as regras da complexa língua portuguesa. Neste sentido, a parceria com a empresa Toda Letra será muito importante para quem acompanha o Comunifoco. Nada melhor que do contar com a Toda Letra, experiente quando o assunto é uso correto do português”, explica a editora Vanessa Dasko.

Para o diretor de marketing Fernando Munhoz, as parcerias são importantes, pois assim a Toda Letra atinge outro público.  ”Com essas parcerias, trazemos um público para a Toda Letra que gosta de outras áreas. Por meio do conhecimento, podemos mostrar o trabalho da Toda Letra referente à comunicação e à linguagem”, explica.

Empresas focam no investimento em redes sociais

Por Toda Letra em 24 de fevereiro de 2012

Uma boa notícia para os profissionais de marketing que ressaltam a importância do investimento em redes sociais nas empresas e acham que estavam pregando no deserto. Uma pesquisa divulgada pela Ancham (Câmara Americana de Comercio Brasil – Estados Unidos), mostra que 65% das organizações afirmam que devem aumentar ações e verbas de marketing destinadas a esse tipo de ferramenta no próximo ano.

Tudo isso por que estão percebendo que é real o crescimento do uso de mídias sociais e a popularização da internet pelo Brasil. Mesmo assim, 47% dos pesquisados disseram que só 5% de seu orçamento de marketing é destinado às rede

s sociais. Do grupo, 3% investem, entretanto, 40% da verba na web.

O Facebook é a rede preferida, com 76% de citações na pesquisa, mas Twitter (56%), Google+ (32%), Foursquare (10%) e Orkut (8%) também foram lembrados. Em todas estas redes, o objetivo principal é relacionamento com o cliente (74%), mas as ferramentas também são utilizadas para reforço de marca (63%); promoção e divulgação de produtos ou serviços (53%); monitoramento de marca (46%); e e-commerce (18%). Na pesquisa, 78% das empresas consultadas possuem perfis oficiais em pelo menos uma rede e 14% ainda pretendem fazer no próximo ano.

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Usuários do Twitter tendem a seguir mais jornalistas do que meios de comunicação

Por Toda Letra em 15 de fevereiro de 2012

Um estudo realizado algum tempo atrás mostrou um dado muito interessante. Neste foi mostrado um pouco o cenário do Twitter e sua principal utilidade, dar voz as pessoas. O estudo publicado pela International Journal of Communication, mostrou que no Egito e Tunísia  as pessoas tinham uma tendência muito maior a seguir jornalistas, blogueiros e ativistas do que qualquer organização de mídia.

É claro que o cenário dos países onde a pesquisa foi realizada são diferentes da grande maioria, mas nem por isso não devemos pensar na aplicação deste mesmo q

uestionamento em outros lugares. O Twitter sempre serviu como uma ferramenta para se conectar com as pessoas, ouvir suas opiniões, ideias e ver o que tinham para compartilhar. Um jornalista “pode” compartilhar conteúdo de qualquer lugar, um meio de comunicação provavelmente vai compartilhar apenas o que lhe pertence (na grande maioria).

Ou seja, a ideia de seguir mais pessoas que tenham conteúdo do que grandes grupos de comunicação parece muito mais natural em relação ao Twitter.

Veja o estudo completo >>

*Via Mediatismo

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O boca a boca das redes sociais

Por Toda Letra em 1 de fevereiro de 2012

Que a Internet aproxima as pessoas, todo mundo já sabe. Mas será que as estratégias de marketing aplicadas hoje pelas empresas para expor a marca nas redes sociais têm surtido efeito positivo? O publicitário brasileiro sabe como aproximar consumidores por afinidade? Para 81% de influenciadores da web questionados sobre o assunto, não. Em pesquisa realizada pela Sixpix Content, batizada de YouPix Tank e que está na primeira edição, foi divulgado um estudo sobre as marcas brasileiras e sua participação nas redes sociais com base na opinião de formadores de opinião da web: os influenciadores.

No estudo, o Facebook foi considerado pelos entrevistados como a melhor plataforma de relacionamento entre as marcas e o público. 41,7% das pessoas ouvidas acreditam que é a ferramenta mais adequada para divulgação de conteúdo da empresa, enquanto 36,1% preferem o Twitter. Sobre as estratégias de marketing no Facebook, especialistas afirmam: o que diferencia o sucesso entre uma marca e outra é a capacidade de chamar atenção sem parecer invasivo. Mas só isso não basta. É preciso investir na criatividade e no planejamento.

Exemplos de suces

so na rede de Mark Zuckerberg são as campanhas da Nextel, da Skol e da Coca-Cola. Com diferentes jogos e formas de entreter o internauta, cada uma com a sua estratégia, as marcas optam por garantir o compartilhamento das marcas pelo usuário entre os próprios amigos. Quem explica como o processo funciona é o diretor geral de criação da Flex Comunicação, André Nogueira: “As marcas fazem com que o fã utilize sua própria rede de contatos para passar aos amigos e fazer com que eles passem para outros amigos. Ao invés de ser invasiva, reforça a mensagem de forma a atrair curiosos, disseminando entre os amigos”.

O próprio conceito de rede social já pressupõe interação social, compartilhamento de ideias e recomendação de conteúdos. O que as marcas têm feito é se apropriar estrategicamente dessa definição de forma mais incisiva, dizem os publicitários. “Hoje em dia o poder de disseminação na rede social é mais potente do que o de um boca a boca”, compara André.

Via O povo

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Leia o e-book “Para entender o Monitoramento de Mídias Sociais”

Por Toda Letra em 25 de janeiro de 2012

Plínio Medeiros*


Todo o profissional de Marketing Digital sabe a importância de cuidar da Marca do cliente na internet. Com a popularização das Mídias Sociais é muito comum ver usuários publicando comentários referentes a estas Marcas em seus perfis e blogs. Tarcízio Silva elaborou juntamente com outros profissionais de Marketing Digital um e-book que

explica muito bem a questão do Monitoramento das Mídias Sociais. A obra aborda vários pontos importantes sobre o Monitoramento, um material repleto de conteúdo que relata técnicas e ferramentas necessárias para executar este tipo de serviço. Confira o e-book.

*Via Tecnocrata Digital

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72% das empresas têm acesso restrito às redes sociais

Por Toda Letra em 13 de dezembro de 2011

A pesquisa “Riscos Globais de Segurança em TI”, realizada pela Kaspersky Lab, desenvolvedora de soluções de administração de conteúdo seguro e contra ameaças na internet, em parceria com a B2B Internacional, apurou as atividades que frequentemente são restringidas nas empresas. As redes sociais são vistas como uma das maiores ameaças de segurança juntamente com diversas formas de compartilhamento de arquivos.

O acesso às redes sociais é completamente bloqueado em 53% das empresas entrevistadas, enquanto outros 19% restringem esta atividade de alguma forma. No geral, os dados colocaram as redes como a segunda atividade mais proibida, perdendo apenas para os programas de compartilhamento de arquivos (P2P). As outras atividades que aparecem na lista incluem jogos on-line, acesso a determinados sites, streaming de vídeo e serviços de mensagens instantâneas.

Quando perguntado sobre as atividades mais perigosas exercidas pelos empregados, redes sociais foram citadas por 35% das empresas. “As empresas estão preoc

upadas não apenas com a produtividade, mas com a segurança, e isso define o escopo de atividades restritas dos funcionários”, afirma Costin Raiu, diretor de pesquisa global da Kaspersky Lab. “As redes sociais são vistas como uma atividade demorada, mas também como uma fonte potencial de ataques de malware e uma ameaça aos dados confidenciais”.

Devido a popularidade e as vulnerabilidade emergentes deste recurso online, as redes tornaram-se um dos principais canais de distribuição de malware. A vulnerabilidade mais notável no Twitter, por exemplo, leva a infecção por malware quando os usuários simplesmente veem uma mesagem infectada. De acordo com especialistas da empresa, as redes sociais são alvos de numerosos ataques, por isso a preocupação manifestada pelas empresas é justificada.

Via Meta Análise

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Profissionais de marketing devem ter cautela com as mídias sociais

Por Toda Letra em 9 de dezembro de 2011

Pesquisa diz que o gerenciamento das comunicações com o cliente é a prioridade.

Marcas seduzidas pelas mídias sociais correm o risco de alienar seus clientes, de acordo com o relatório da Pitney Bowes chamado 'The Customer Dance: When to Lead and When to Follow'.

“Ao investir tempo e dinheiro na interação com as mídias sociais, os profissionais de marketing podem pular etapas básicas das preferências do consumidor sobre a comunicação entre empresa e cliente”, diz Ronaldo Oliveira, diretor da Pitney Bowes Business Insight, subsidiária da Pitney Bowes, especializada em gerenciamento da comunicação entre empresa e cliente.

A pesquisa desenvolvida entrevistou mais de seis mil consumidores, nos EUA e Europa, sobre quais atividades inspiram compras repetidas e fidelidade à marca. Quando perguntados sobre as mídias sociais, apenas 18% dos consumidores disseram que ações na mídia social inspiram compras repetidas ou fidelidade à marca para pequenas empresas, e 25% dos consumidores disseram que o método é eficaz para as maiores marcas. Além disso, na lista “menos eficaz” do ponto de vista dos consumidores estão as páginas da web personalizadas, em 14% para pequenas empresas e 20% para grandes; e comuni

dades online de cliente em 24% para empresas de pequenas porte e 29% para grandes marcas.

Os resultados revelam que os consumidores estão mais propensos a permanecer fiel e adquirir novamente de empresas que oferecem serviços e iniciativas concretas aos clientes e gerenciam a comunicação em vez de interações com mídias sociais, tais como:

- Fornecer uma maneira fácil e eficiente de entrar em contato com a empresa (53%);

- Fornecer entrega em domicílio (52%);

- Dar aos consumidores a oportunidade de participar com sua opinião no desenvolvimento de produtos e serviços (46%);

- Disponibilizar controles para que os consumidores possam selecionar os canais preferidos e a frequência das comunicações (46%).

Os resultados realçam a importância de se estabelecer fundamentos para aprofundar o envolvimento do cliente antes de passar para um relacionamento social. Marcas que utilizam mídias sociais sem escutar e abordar o cliente de maneira apropriada podem perder a sintonia com seu consumidor.

Via Meta Análise

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A Renovação Empresarial e os líderes dos novos tempos

Por Toda Letra em 7 de dezembro de 2011

As empresas não crescem para sempre. A velocidade das mudanças no mundo moderno introduziram a incerteza como fator preponderante na sociedade em que vivemos. Esta incerteza reduz o tempo de reação, e o sucesso depende cada vez mais da adaptabilidade a estas mudanças.

Estamos testemunhado, nos últimos anos, o uso indiscriminado do PDCA (Plan-Do-Check-Act) como instrumento de transformação empresarial. Obviamente, o PDCA é adequado para o alcance de melhorias nos processos internos, inovação incremental em produtos e redução de custos, mas não consegue capturar o que acontece fora do modelo científico, ou seja o comportamento dos mercados, de consumidores e de colaboradores.
O PDCA está baseado em um método científico, foi desenvolvido por Walter Shewhart baseado no trabalho Novum Organum (1620) de Sir Francis Bacon, e aprimorado por William Edwards Deming, que foi amplamente reconhecido pela melhoria de processos produtivos durante a 2ª Guerra Mundial, sendo, porém mais conhecido pelo seu trabalho no Japão. A partir de 1950 Deming ensinou altos executivos japoneses como melhorar projeto, qualidade de produto, teste e vendas através de vários métodos, incluindo a análise de variantes e teste de hipóteses. Tornou-se notório pela fabricação de produtos inovadores e de alta qualidade.

A possibilidade de adaptação das empresas não pode estar baseada em processos estatísticos como sugere o PDCA. Líderes precisam estar prontos para tomar decisões e agir de forma rápida e eficiente a fim de minimizar quaisquer impactos negativos na “performance” e sobrevivência das empresas.

O verdadeiro poder de um líder não está calçado no seu conhecimento dos processos internos, na sua capacidade de inovação incremental e no controle e/ou redução de custos, e sim na sua habilidade de antever mudanças no comportamento dos mercados

e agir sobre a cultura da empresa a fim de promover sua transformação, visando adaptá-la às necessidades de um novo tempo.

O líder precisa parar de ouvir o que quer escutar e afastar-se o suficiente do dia a dia da empresa para enxergar o cliente e/ou consumidor em sua vida, em sua cultura. O escopo e a escala das mudanças nos dias atuais tornaram-se inimagináveis e a volatilidade idiossincrática é a assinatura de nossa era econômica. O posicionamento estratégico depende desta leitura e interpretação. A cultura pode ser rápida ou lenta, pode transformar-se em uma vantagem ou desvantagem competitiva.

Quando os membros de uma organização são confrontados com o novo, e a empresa continua operando dentro de regras de comportamento pré-estabelecidas, invariavelmente nada mudará e a empresa perderá competitividade, e consequentemente deixará de existir.

O confronto impulsiona a organização para longe de sua área de conforto e as tensões e instabilidade geram soluções inovadoras. Acreditamos que as principais questões a serem respondidas em qualquer processo de mudança são as seguintes:

a) Quais os valores que são críticos na implementação e uma nova estratégia?

b) Para cada valor, quais são os comportamentos esperados?

c) Para cada comportamento, quais são as alavancas que podem ser usadas para reforçar estas atitudes e comportamentos?

O PDCA morreu? Diríamos que não, mas tornou-se coadjuvante no processo de renovação empresarial. Vão sobreviver, progredir e se destacar aqueles que estiverem mais antenados às mudanças, e que forem capazes de promover transformações de forma criativa e estratégica adaptando-as aos novos tempos.

Por Jose Ruy Alvarez Filho, CEO da Teikon Tecnologia Industrial

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Marketing digital – A importância nas pequenas empresas

Por Toda Letra em 6 de dezembro de 2011

Paulo Tognatto*

Qual seria o único lugar onde você tem um baixo custo de investimento, exposição de forma integral 24 horas por dia da sua marca e/ou de seus serviços? Aí entra a Internet como o meio mais barato e funcional de desenvolvimento de negócios nos dias atuais.
Não podemos deixar de comentar em como fica fácil a comunicação entre “profissionais e consumidores”, sendo uma vasta rede de informações sobre produtos, serviços e por conseqüência a percepção de qualidade  pela rapidez nas trocas de informações, podendo ser um meio muito útil de formatar idéias, absorver críticas para melhorar e adaptar o produto de acordo com o consumidor e o esperado por eles para melhor funcionamento e satisfação dos clientes.

Torna-se assim muito mais fácil a exposição de pesquisa de mercado, divulgação de produtos, serviços e marcas corporativas. Assim age o Marketing virtual / digital para um crescimento com baixo custo e rápido retorno empresa-consumidor com alto e intenso poder visual/ mídia. Bem as

sim como todo meio de comunicação é preciso saber utilizar de forma a não apenas comunicar, mas também interagir.
Todo o conteúdo que for disponibilizado ao maior número de pessoas que se deseja atingir pela empresa, precisa estar segmentado ao público correto, a fim de que este conteúdo possa ser visualizado e compreendido. É onde entra mais uma vez o profissional de marketing digital que fica responsável em passar o conteúdo da maneira mais certetira para o público certo usando as ferramentas mais adequadas.

Temos exemplos á nossa disposição; blogs, redes sociais, micro blogs que estão cada dia mais conectados e entrelaçados em seus participantes que dispõe de informações dos mais variados segmentos; dados livres simplesmente esperando para ser utilizados de forma profissional, simples e eficaz com poder de interação, análise e com maior segurança para usuários de acordo com uso e conteúdo.

*Via Bullmarketing

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Quem vencerá a guerra entre mídias sociais e mídias tradicionais?

Por Toda Letra em 2 de dezembro de 2011

Olimpio Araujo Junior*

Recentemente assisti uma palestra onde um jornalista, afirmava que toda mídia é social. Em seguida, o segundo palestrante, este um especialista em web, concordava com a afirmação. Respeito a opinião de ambos, e entendo, principalmente por parte do jornalista esta afirmação, afinal, ele é formado em “Comunicação Social”, e teoricamente sua definição está correta.

Porém, na internet existe um outro sentido para o termo “social”, e é isso que distingue as mídias tradicionais das mídias sociais. Social, neste caso, refere-se a possibilidade de qualquer indivíduo criar sua própria mídia, o que não é possível fora da web. Também está relacionado a possibilidade de interatividade entre a mídia e o usuário, que pode comentar, participar das discussões e até mesmo publicar seu próprio conteúdo. Existe um esforço das mídias tradicionais (Rádio, TV, jornais e revistas), para gerar esta interatividade e participação de seus usuários, mas é nesse momento que novamente entra a internet, pois geralmente esta interação é estimulada através de e-mail, twitter e facebook, ou por telefone e mensagens de texto, ou seja, utilizando outras mídias.

Há alguns anos a televisão, está passando por uma transição, mudando sua transmissão para o modelo “digital”. Isso permite uma maior interatividade, porém, ainda assim não a transforma em uma “canadian pharmacy

ting.com/page/curso-midias-sociais-gestao” target=”_blank”>mídia social” no mesmo sentido que temos na web, pois a comunicação continua sendo unilateral e exclusiva da emissora, que determina a linha editorial, o conteúdo veiculado e não permite, e com razão, a publicação de conteúdos de terceiros, apenas uma pequena interatividade com seus telespectadores.

Entre as mídias tradicionais, ou mídias de massa como também são conhecidas, a rádio e a TV se beneficiaram com o crescimento da internet, e continuam sendo as maiores mídias em números absolutos de usuários, ainda ganhando da internet. Porém, já vemos uma convergência acontecendo, além do aparecimento de novos canais de TV on-line assim como novas rádios on-line. O próprio Youtube, há alguns dias anunciou que terá canais temáticos, com apresentadores e programação definida.

Já os jornais impressos e revistas tem passado pela maior crise e por conseqüência, maior transformação de suas histórias. Muitos jornais centenários já fecharam as portas físicas em todo o mundo, e convergiram para a web. O mesmo está acontecendo com revistas, que dia-a-dia diminuem suas tiragens e perdem anunciantes.

Eu acredito que o jornalismo nunca vai acabar, só tende a ficar cada vez mais forte e mais importante para a sociedade, mas os veículos de comunicação mudaram, e é inevitável que com novas gerações cada vez mais conectadas, o papel tenha menos espaço na sociedade da informação e a convergência para a web seja a salvação para os veículos tradicionais de comunicação. O mesmo acontecerá com rádio e TV, que continuarão existindo, mas não mais sendo transmitidos pelos aparelhos que utilizamos durante maior parte de nossas vidas.

*Via Gestor de Marketing

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