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Arquivo de setembro de 2012

Museu Oscar Niemeyer promove passeio pelas obra de Poty

Por Toda Letra em 29 de setembro de 2012

Para encerrar a exposição com “Poty, de todos N

ós”, o Museu Oscar Niemayer (MON) promove neste fim de semana, 29 e 30 de setembro, em parceria com a Volvo, uma viagem pelas obras do artista espalhadas por Curitiba.

A visita “Pelas ruas com Poty” será em um ônibus Volvo e guiada pela autora do livro “Poty: Murais Curitibanos”, Daniela Pedroso, e vai passar pelas obras do artista, em vários pontos da cidade, entre eles a Praça 19 de Dezembro, Travessa Nestor de Castro, Teatro Guaíra, Biblioteca da PUC-PR e Palácio Iguaçu.

A visita guiada é gratuita. As inscrições são obrigatórias e podem ser feitas na bilheteria do MON até meia hora antes das saídas. As vagas são limitadas e menores de idade devem estar acompanhados de um responsável maior de 18 anos. O ônibus sai do MON e o percurso tem duração de 1h30.

Poty Lazzarotto é um dos mais expressivos artistas curitibanos. Considerado um artista múltiplo, sua arte está nos museus, nas ruas, nas fachadas, nas praças e nos livros.

A exposição, que encerra neste domingo, 30 de setembro, reúne 800 itens da produção de Poty Lazzarotto. A mostra reúne desde desenhos de infância, passando pelo material que ele produziu durante a temporada em que estudou na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, até gravuras e outros conteúdos que ele realizou ao longo de seu percurso.

Programe-se

Pelas ruas com Poty
Dias 29 e 30/09, sábado e domingo às 11h, 14h e 16h
Inscrição gratuita e obrigatória na bilheteria do MON, até meia hora antes das saídas. Capacidade: 46 lugares por viagem
Saída do Museu Oscar Niemayer – MON
Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico

Fonte: Assessoria de Imprensa Volvo do Brasil

Sexta Sem Dúvida: Esta/Essa

Por Toda Letra em 28 de setembro de 2012

Hoje, vamos responder a dúvida do Jefferson Nunes enviada pelo nosso Facebook, sobre o uso de esta/essa.

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Para utilizar esse pronome, temos três regras principais: em relação ao espaço, ao tempo e ao discurso.

Quando temos situação de espaço, usamos em relação ao falante, ouvinte e alguém distante do falante e do ouvinte. Por exemplo, dizemos “este lápis é meu“, “esse lápis é seu” e “aquele lápis é dele“. No entanto, quase nunca aparece essa situação quando estamos escrevendo. As mais comuns na escrita são as regras referentes ao tempo e ao discurso.

Em uma relação de tempo, usamos “este” para o tempo presente ou futuro: “Neste ano, devo passar as férias estudando”. Para nos referirmos ao tempo passado, mas não tão afastado, usamos “esse”: “Viajamos em janeiro e esses dias foram agradáveis”. Quando o tempo está bastante afastado, utilizamos “aquele”: “A ditadura militar calou muitas pessoas; naqueles anos, muitos sumiram ou foram mortos por serem contra o regime”.

Por fim, temos a regra que se remete ao próprio discurso – diga-se de passagem, a regra mais utilizada! Ela é colocada em prática quando usamos “este” para algo que ainda vai ser citado (Esta é minha decisão final: não iremos viajar!) e “esse” para termos já referenciados (Não iremos viajar; essa é minha opinião final!). Ainda há a opção do uso do “aquele” nessa situação, quando nos referimos a três termos distintos na frase. Veja o exemplo: “Nosso estado é formado por várias etnias, entre elas a polonesa e a alemã. Esta foi responsável por colonizar áreas centrais do estado e aquela por chegar ao oeste da região”.

As três regras apresentadas também se aplicam ao uso de nesta/nessa/desta/dessa e todas as contrações de preposições com os pronomes.

E você tem alguma dúvida? Mande pra gente através dos comentários, da nossa página no Facebook ou pelo nosso Twitter.

Exposição à internet pode deixar menos inteligente e piorar a escrita

Por Toda Letra em 27 de setembro de 2012

Embora aclamada por alguns como a última salvação da humanidade, a internet é vista por uma pespectiva bem diferente nas obras do autor Nicholas Carr. Em Is Google Making Us Stupids? e The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brai

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ns, Carr defende que a revolução tecnológica, cultural e biológica que estamos vivendo está nos deixando cada vez mais distantes dos livros e influenciando, inclusive, nossos cérebros. Isso aconteceria porque o consumo do que se faz na internet está cada vez mais superficial.

Além disso, com a internet cada vez mais difundida ao redor mundo e o uso frequente de celulares para enviar mensagens, a interatividade entre as pessoas e o acesso à informação estão crescendo num ritmo acelerado. Os jovens têm passado boa parte de seu tempo em frente ao computador ou teclando seus celulares, principalmente para usar as redes sociais.Um estudo feito pela Wake Forest University e pela Penn State University, ambas nos EUA, mostrou que o medo que os pais têm de os filhos serem prejudicados pela comunicação eletrônica é justificável. Alunos estão cometendo constantemente erros de ortografia e 11% dos entrevistados admitiram que a escrita acadêmica é prejudicada pelos hábitos adquiridos na internet.

Demonizar o meio

Segundo Ana Paula Mira, consultora em Língua Portuguesa e diretora geral da Toda Letra, um dos erros mais comuns é “demonizar” o meio. O problema não é o meio, mas a formação das pessoas que têm acesso a ele. “É correto dizer que o uso excessivo da internet afeta mais aquelas pessoas que não leem, que não utilizam outras formas de entretenimento que não seja a internet. Mas também há crianças, jovens, adultos e idosos sem formação adequada. Portanto, isso é uma questão de como você construiu sua base cultural e de conhecimento, principalmente de língua”, afirma. Além disso, as pessoas podem fazer com a que a influência da internet na escrita seja menor. “É preciso utilizar outros veículos de informação e de entretenimento, e usar melhor a própria internet. É estarrecedor ver como, hoje, muita gente se informa apenas pelo que seus amigos compartilham no Facebook, sendo que temos à disposição uma mídia que tem o mundo ao nosso alcance”, coloca.

A Toda Letra auxilia as pessoas com dificuldades na escrita através de de cursos personalizados e com exemplos próximos de nossos alunos. “A ideia é perceber que isso é mais comum do que se imagina. Nos nossos cursos, procuramos mostrar como a linguagem oral migrou para a escrita, e como a escrita na internet é uma terceira via híbrida desses dois registros”, encerra Ana Mira.

 

Terça do Livro: “O Totem do Lobo”, Jiang Rong

Por Toda Letra em 25 de setembro de 2012

Hoje quem sugere um bom livro pra nós aqui na Terça do Livro é o nosso leitor Rodrigo Romeiro Cintra. Ele enviou a sua sugestão pela nossa página no Facebook. A obra é “O Totem do Lobo”, de Ji

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an Rong, publicada no Brasil pela editora Sextante e com preço médio de R$ 39,90.

Na década de 1960, em plena Revolução Cultural da China, o jovem estudante Chen Zhen parte para as estepes do Olonbulag, na Mongólia Interior. Sob a tutela do sábio Bilgee, Chen aprende muito mais do que pastorear ovelhas; ele descobre como superar as dificuldades da vida nômade e a sinergia milenar que une o povo aos lobos selvagens das planícies. Fascinado pela relação entre os homens e esses animais temidos e idolatrados, Chen compreende a relação espiritual que existe entre esses adversários e o que cada um pode aprender com o outro. No entanto, a paz da existência solitária de Chen é destruída quando membros da República Popular formam multidões nas cidades para levar modernização e produtividade aos campos, interrompendo o delicado equilíbrio entre os habitantes das estepes. Usando o lobo como metáfora, Jiang Rong constrói uma história, que é também uma crítica aos ideais da revolução, expondo a grave ferida aberta na cultura milenar que o estudante Chen aprendeu a amar e defender.

 

Opinião

Escreve Rodrigo: “Destaca-se a relação dos nômades da estepe com o lobo e como essa vivência influenciou a história da Ásia e até do mundo. A história é permeada de lições de reflexões sobre a natureza dos homens e, por ser uma obra oriental, é bastante singular quando comparada aos romances que estou acostumado. É uma obra tocante e apaixonada. Impossível não chegar ao final sem ter pelo menos uma vez se imaginado no papel do protagonista, sentado a beira de uma fogueira junto a cães pastores em meio a um mar de pastagens e ouvindo os grandes lobos mongóis uivando à distância”.

 

Jornal Cândido discute a relação entre literatura e cinema

Por Toda Letra em 24 de setembro de 2012

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A 14ª edição do jornal Cândido, que já está sendo distribuída, resgata alguns dos principais livros nacionais que ganharam as telas, discutindo qual o resultado da fusão entre literatura e cinema. O jornal traz matérias e textos críticos que falam sobre as adaptações de obras de Nelson Rodrigues e Jorge Amado – dois dos escritores brasileiros com maior presença em nosso cinema -, sobre clássicos da literatura nacional e paranaense levados à tela, além de reportagem que resgata a história de grandes romancistas que escreveram roteiros.

O jornal apresenta depoimento de Lourenço Mutarelli, que participou do projeto “Um Escritor na Biblioteca” em junho passado, além de texto de Nilma Lacerda sobre o papel atual das bibliotecas na seção “Livro e Leitura”.

Entre os inéditos, destaque para dois experientes autores paranaenses. A contista Luci Collin discute a Curitiba contemporânea por meio de sua prosa experimental na seção “Em busca de Curitiba”. E Thadeu Wojciechowski, um dos poetas mais carismáticos do Paraná, aparece com o poema “enquanto é tempo”.

O Cândido tem tiragem mensal de dez mil exemplares e é distribuído gratuitamente na Biblioteca Pública do Paraná e em vários pontos de cultura de Curitiba. Também é enviado, via correio, a diversas partes do Brasil. É possível ler a versão online do jornal aqui. O site também traz conteúdo exclusivo, como entrevistas e inéditos.