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Arquivo de dezembro de 2011

Conhecer novas regras de ortografia é diferencial ao concorrer a uma vaga

Por Toda Letra em 22 de dezembro de 2011

SÃO PAULO - Um levantamento realizado pelo Nube (Núcleo Brasileiro de Estágios) revelou que 47,19% dos estagiários já estudaram as novas regras do acordo ortográfico da Língua Portuguesa.

Outros 34,50% disseram que conhecem as novas regras, mas não sabem aplicá-las no dia a dia. Já 18,30% declararam que não têm conhecimento sobre as novas regras e que ainda vão estudá-las.

Mas, afinal, por que é tão importante que os estudantes tenham conhecimento sobre as mudanças na Língua Portuguesa?

Segundo a coordenadora de Treinamentos Internos do Nube, Eva Samanta Buscoff, saber as novas regras é um diferencial durante o processo seletivo. “Durante o processo, as empresas aplicam testes que abrangem a gramática. Os empregadores querem pessoas que saibam falar bem e escrever, afinal, o profissional é o cartão de vista da empresa”, explica.

Ela complementa que não adianta o estudante ter conhecimento em outros idiomas, como inglês e espanhol, se, quando for se comunicar em português, ele comete erros simples, mas que demonstram despreparo. “Os erros aparecem em um e-mail ou ao entregar um doc

umento”.

Currículo
A especialista acrescenta ainda que as empresas começam analisar os candidatos ainda pelo currículo, por isso, os estudantes devem ficar atentos também ao português. “As regras entrarão [oficialmente] em vigor no próximo ano, por isso, é importante atualizar o currículo ainda no final do ano”, diz Eva.

Questionada se os empregadores ficam mais atentos em relação ao português em determinadas áreas, a coordenadora explica que a preocupação é geral e não existe uma área específica com a qual a empresa se preocupa mais.

Segundo ela, todos os profissionais da empresa devem saber se comunicar corretamente, o que inclui as novas regras ortográficas. “A comunicação é um desafio, por isso, é importante se aprimorar sempre”, finaliza.

*Via InfoMoney

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Sexta Sem Dúvida: verbo aderir

Por Toda Letra em 17 de dezembro de 2011

Olá!

As dúvidas que respondemos hoje são do Daniel Martin e da Giovanna Lima.

O Daniel pediu para a gente conjugar o verbo ADERIR no presente. Apesar de parecer bastante estranho, esse verbo (assim como advertir, auferir, compelir e repelir) é conjugado no presente com a mudança da vogal E para I na 1ª pessoa do singular. As formas, no presente, ficam assim: “eu adiro/tu aderes/ ele adere/ nós aderimos/ vós aderis/ eles aderem”. Importante lembrar que as conjugações que derivam dessa 1ª pessoa do singular do presente também trocam o E pelo I, como todo o presente do subjuntivo (que eu adira/que tu adiras/ que ele adira…), e os imperativos negativo e afirmativo (não adira). Particularmente, acho esse verbo bem estranho, então eu opto sempre pelo uso de um sinônimo, como o verbo  apoiar.

Já a Giovanna perguntou se na frase ”…protege o bebê graças as suas quatro camadas..” o AS deve ser craseado. Giovanna, o AS deve ser craseado, sim. Nas gramáticas, você vai encontrar que o uso da crase antes dos pronomes possessivos é facultativo, mas isso cabe para o singular. No plural, você obrigatoriamente tem na frase citada um A (preposição) mais AS (artigo), por isso o uso obrigatório do acento indicativo da crase.

72% das empresas têm acesso restrito às redes sociais

Por Toda Letra em 13 de dezembro de 2011

A pesquisa “Riscos Globais de Segurança em TI”, realizada pela Kaspersky Lab, desenvolvedora de soluções de administração de conteúdo seguro e contra ameaças na internet, em parceria com a B2B Internacional, apurou as atividades que frequentemente são restringidas nas empresas. As redes sociais são vistas como uma das maiores ameaças de segurança juntamente com diversas formas de compartilhamento de arquivos.

O acesso às redes sociais é completamente bloqueado em 53% das empresas entrevistadas, enquanto outros 19% restringem esta atividade de alguma forma. No geral, os dados colocaram as redes como a segunda atividade mais proibida, perdendo apenas para os programas de compartilhamento de arquivos (P2P). As outras atividades que aparecem na lista incluem jogos on-line, acesso a determinados sites, streaming de vídeo e serviços de mensagens instantâneas.

Quando perguntado sobre as atividades mais perigosas exercidas pelos empregados, redes sociais foram citadas por 35% das empresas. “As empresas estão preoc

upadas não apenas com a produtividade, mas com a segurança, e isso define o escopo de atividades restritas dos funcionários”, afirma Costin Raiu, diretor de pesquisa global da Kaspersky Lab. “As redes sociais são vistas como uma atividade demorada, mas também como uma fonte potencial de ataques de malware e uma ameaça aos dados confidenciais”.

Devido a popularidade e as vulnerabilidade emergentes deste recurso online, as redes tornaram-se um dos principais canais de distribuição de malware. A vulnerabilidade mais notável no Twitter, por exemplo, leva a infecção por malware quando os usuários simplesmente veem uma mesagem infectada. De acordo com especialistas da empresa, as redes sociais são alvos de numerosos ataques, por isso a preocupação manifestada pelas empresas é justificada.

Via Meta Análise

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Profissionais de marketing devem ter cautela com as mídias sociais

Por Toda Letra em 9 de dezembro de 2011

Pesquisa diz que o gerenciamento das comunicações com o cliente é a prioridade.

Marcas seduzidas pelas mídias sociais correm o risco de alienar seus clientes, de acordo com o relatório da Pitney Bowes chamado 'The Customer Dance: When to Lead and When to Follow'.

“Ao investir tempo e dinheiro na interação com as mídias sociais, os profissionais de marketing podem pular etapas básicas das preferências do consumidor sobre a comunicação entre empresa e cliente”, diz Ronaldo Oliveira, diretor da Pitney Bowes Business Insight, subsidiária da Pitney Bowes, especializada em gerenciamento da comunicação entre empresa e cliente.

A pesquisa desenvolvida entrevistou mais de seis mil consumidores, nos EUA e Europa, sobre quais atividades inspiram compras repetidas e fidelidade à marca. Quando perguntados sobre as mídias sociais, apenas 18% dos consumidores disseram que ações na mídia social inspiram compras repetidas ou fidelidade à marca para pequenas empresas, e 25% dos consumidores disseram que o método é eficaz para as maiores marcas. Além disso, na lista “menos eficaz” do ponto de vista dos consumidores estão as páginas da web personalizadas, em 14% para pequenas empresas e 20% para grandes; e comuni

dades online de cliente em 24% para empresas de pequenas porte e 29% para grandes marcas.

Os resultados revelam que os consumidores estão mais propensos a permanecer fiel e adquirir novamente de empresas que oferecem serviços e iniciativas concretas aos clientes e gerenciam a comunicação em vez de interações com mídias sociais, tais como:

- Fornecer uma maneira fácil e eficiente de entrar em contato com a empresa (53%);

- Fornecer entrega em domicílio (52%);

- Dar aos consumidores a oportunidade de participar com sua opinião no desenvolvimento de produtos e serviços (46%);

- Disponibilizar controles para que os consumidores possam selecionar os canais preferidos e a frequência das comunicações (46%).

Os resultados realçam a importância de se estabelecer fundamentos para aprofundar o envolvimento do cliente antes de passar para um relacionamento social. Marcas que utilizam mídias sociais sem escutar e abordar o cliente de maneira apropriada podem perder a sintonia com seu consumidor.

Via Meta Análise

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A Renovação Empresarial e os líderes dos novos tempos

Por Toda Letra em 7 de dezembro de 2011

As empresas não crescem para sempre. A velocidade das mudanças no mundo moderno introduziram a incerteza como fator preponderante na sociedade em que vivemos. Esta incerteza reduz o tempo de reação, e o sucesso depende cada vez mais da adaptabilidade a estas mudanças.

Estamos testemunhado, nos últimos anos, o uso indiscriminado do PDCA (Plan-Do-Check-Act) como instrumento de transformação empresarial. Obviamente, o PDCA é adequado para o alcance de melhorias nos processos internos, inovação incremental em produtos e redução de custos, mas não consegue capturar o que acontece fora do modelo científico, ou seja o comportamento dos mercados, de consumidores e de colaboradores.
O PDCA está baseado em um método científico, foi desenvolvido por Walter Shewhart baseado no trabalho Novum Organum (1620) de Sir Francis Bacon, e aprimorado por William Edwards Deming, que foi amplamente reconhecido pela melhoria de processos produtivos durante a 2ª Guerra Mundial, sendo, porém mais conhecido pelo seu trabalho no Japão. A partir de 1950 Deming ensinou altos executivos japoneses como melhorar projeto, qualidade de produto, teste e vendas através de vários métodos, incluindo a análise de variantes e teste de hipóteses. Tornou-se notório pela fabricação de produtos inovadores e de alta qualidade.

A possibilidade de adaptação das empresas não pode estar baseada em processos estatísticos como sugere o PDCA. Líderes precisam estar prontos para tomar decisões e agir de forma rápida e eficiente a fim de minimizar quaisquer impactos negativos na “performance” e sobrevivência das empresas.

O verdadeiro poder de um líder não está calçado no seu conhecimento dos processos internos, na sua capacidade de inovação incremental e no controle e/ou redução de custos, e sim na sua habilidade de antever mudanças no comportamento dos mercados

e agir sobre a cultura da empresa a fim de promover sua transformação, visando adaptá-la às necessidades de um novo tempo.

O líder precisa parar de ouvir o que quer escutar e afastar-se o suficiente do dia a dia da empresa para enxergar o cliente e/ou consumidor em sua vida, em sua cultura. O escopo e a escala das mudanças nos dias atuais tornaram-se inimagináveis e a volatilidade idiossincrática é a assinatura de nossa era econômica. O posicionamento estratégico depende desta leitura e interpretação. A cultura pode ser rápida ou lenta, pode transformar-se em uma vantagem ou desvantagem competitiva.

Quando os membros de uma organização são confrontados com o novo, e a empresa continua operando dentro de regras de comportamento pré-estabelecidas, invariavelmente nada mudará e a empresa perderá competitividade, e consequentemente deixará de existir.

O confronto impulsiona a organização para longe de sua área de conforto e as tensões e instabilidade geram soluções inovadoras. Acreditamos que as principais questões a serem respondidas em qualquer processo de mudança são as seguintes:

a) Quais os valores que são críticos na implementação e uma nova estratégia?

b) Para cada valor, quais são os comportamentos esperados?

c) Para cada comportamento, quais são as alavancas que podem ser usadas para reforçar estas atitudes e comportamentos?

O PDCA morreu? Diríamos que não, mas tornou-se coadjuvante no processo de renovação empresarial. Vão sobreviver, progredir e se destacar aqueles que estiverem mais antenados às mudanças, e que forem capazes de promover transformações de forma criativa e estratégica adaptando-as aos novos tempos.

Por Jose Ruy Alvarez Filho, CEO da Teikon Tecnologia Industrial

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Sexta Sem Dúvida: pontuação em advérbios

Por Toda Letra em 6 de dezembro de 2011

Hoje, a dúvida que a gente responde é do Willian Bressan, referente à pontuação em advérbios, como “hoje”, “sim”, “não”. A gramática normativa nos traz regras bem claras em relação ao uso de pontuação nos advérbios quando eles são considerados longo (mais de duas sílabas). Então, com advérbios como “felizmente”, “certamente” e outros com o sufixo -mente, a vírgula é obrigatória. “Certamente, eles vão anular essa questão”.

Quando os advérbios são considerados curtos (até duas sílabas), como “hoje”, “ontem”, “sim”, “não”, a vírgula vai ser facultativa: “Hoje, haverá uma palestra com o escritor Milton Hatoum” ou “Hoje haverá uma palestra com o escritor Milton Hatoum”. Quando aparecer no meio da frase, aí temos outra regra, que se relaciona à mudança da ordem direta (sujeito + verbo + complemento). Toda vez que algum elemento da ordem indireta estiver fora do lugar, automaticamente deve surgir uma pontuação para isolar o termo: “O escritor esteve em Curitiba, ontem, para uma palestra”.

Marketing digital – A importância nas pequenas empresas

Por Toda Letra em 6 de dezembro de 2011

Paulo Tognatto*

Qual seria o único lugar onde você tem um baixo custo de investimento, exposição de forma integral 24 horas por dia da sua marca e/ou de seus serviços? Aí entra a Internet como o meio mais barato e funcional de desenvolvimento de negócios nos dias atuais.
Não podemos deixar de comentar em como fica fácil a comunicação entre “profissionais e consumidores”, sendo uma vasta rede de informações sobre produtos, serviços e por conseqüência a percepção de qualidade  pela rapidez nas trocas de informações, podendo ser um meio muito útil de formatar idéias, absorver críticas para melhorar e adaptar o produto de acordo com o consumidor e o esperado por eles para melhor funcionamento e satisfação dos clientes.

Torna-se assim muito mais fácil a exposição de pesquisa de mercado, divulgação de produtos, serviços e marcas corporativas. Assim age o Marketing virtual / digital para um crescimento com baixo custo e rápido retorno empresa-consumidor com alto e intenso poder visual/ mídia. Bem as

sim como todo meio de comunicação é preciso saber utilizar de forma a não apenas comunicar, mas também interagir.
Todo o conteúdo que for disponibilizado ao maior número de pessoas que se deseja atingir pela empresa, precisa estar segmentado ao público correto, a fim de que este conteúdo possa ser visualizado e compreendido. É onde entra mais uma vez o profissional de marketing digital que fica responsável em passar o conteúdo da maneira mais certetira para o público certo usando as ferramentas mais adequadas.

Temos exemplos á nossa disposição; blogs, redes sociais, micro blogs que estão cada dia mais conectados e entrelaçados em seus participantes que dispõe de informações dos mais variados segmentos; dados livres simplesmente esperando para ser utilizados de forma profissional, simples e eficaz com poder de interação, análise e com maior segurança para usuários de acordo com uso e conteúdo.

*Via Bullmarketing

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Quem vencerá a guerra entre mídias sociais e mídias tradicionais?

Por Toda Letra em 2 de dezembro de 2011

Olimpio Araujo Junior*

Recentemente assisti uma palestra onde um jornalista, afirmava que toda mídia é social. Em seguida, o segundo palestrante, este um especialista em web, concordava com a afirmação. Respeito a opinião de ambos, e entendo, principalmente por parte do jornalista esta afirmação, afinal, ele é formado em “Comunicação Social”, e teoricamente sua definição está correta.

Porém, na internet existe um outro sentido para o termo “social”, e é isso que distingue as mídias tradicionais das mídias sociais. Social, neste caso, refere-se a possibilidade de qualquer indivíduo criar sua própria mídia, o que não é possível fora da web. Também está relacionado a possibilidade de interatividade entre a mídia e o usuário, que pode comentar, participar das discussões e até mesmo publicar seu próprio conteúdo. Existe um esforço das mídias tradicionais (Rádio, TV, jornais e revistas), para gerar esta interatividade e participação de seus usuários, mas é nesse momento que novamente entra a internet, pois geralmente esta interação é estimulada através de e-mail, twitter e facebook, ou por telefone e mensagens de texto, ou seja, utilizando outras mídias.

Há alguns anos a televisão, está passando por uma transição, mudando sua transmissão para o modelo “digital”. Isso permite uma maior interatividade, porém, ainda assim não a transforma em uma “canadian pharmacy

ting.com/page/curso-midias-sociais-gestao” target=”_blank”>mídia social” no mesmo sentido que temos na web, pois a comunicação continua sendo unilateral e exclusiva da emissora, que determina a linha editorial, o conteúdo veiculado e não permite, e com razão, a publicação de conteúdos de terceiros, apenas uma pequena interatividade com seus telespectadores.

Entre as mídias tradicionais, ou mídias de massa como também são conhecidas, a rádio e a TV se beneficiaram com o crescimento da internet, e continuam sendo as maiores mídias em números absolutos de usuários, ainda ganhando da internet. Porém, já vemos uma convergência acontecendo, além do aparecimento de novos canais de TV on-line assim como novas rádios on-line. O próprio Youtube, há alguns dias anunciou que terá canais temáticos, com apresentadores e programação definida.

Já os jornais impressos e revistas tem passado pela maior crise e por conseqüência, maior transformação de suas histórias. Muitos jornais centenários já fecharam as portas físicas em todo o mundo, e convergiram para a web. O mesmo está acontecendo com revistas, que dia-a-dia diminuem suas tiragens e perdem anunciantes.

Eu acredito que o jornalismo nunca vai acabar, só tende a ficar cada vez mais forte e mais importante para a sociedade, mas os veículos de comunicação mudaram, e é inevitável que com novas gerações cada vez mais conectadas, o papel tenha menos espaço na sociedade da informação e a convergência para a web seja a salvação para os veículos tradicionais de comunicação. O mesmo acontecerá com rádio e TV, que continuarão existindo, mas não mais sendo transmitidos pelos aparelhos que utilizamos durante maior parte de nossas vidas.

*Via Gestor de Marketing

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